terça-feira, junho 17

Paprika

Sabem aqueles filmes que são de tal forma intensos, que quando acabam de os ver, têm a sensação que foram violentamente abanados?

Paprika levou-me ao ringue de boxe, deu-me um enxerto de porrada durante três rounds, depois atirou-me um balde de água fria à cabeça e pôs-me numa montanha russa, sentado de costas.

É ASSIM tão intenso!

Realizado por Satoshi Kon (Tokyo Godfathers, 2003), Paprika é sobretudo, e em primeiro lugar, um espectáculo visual.

Se não fosse por mais nada, as cores bastariam para fazer deste filme a trip que é! A iluminação está fantástica, e a animação é do melhor que eu já vi!

Depois a história é totalmente... argh!

Sem vos querer estragar a história, ou sem querer enviesar a vossa interpretação, a história anda à volta de uma máquina que permite aceder aos sonhos de outras pessoas, e o que acontece quando uma dessas máquinas é roubada.

Hijinks ensue... (alguém me consegue traduzir isto?)

Eu podia passar aqui mais uns bons parágrafos a analisar a história, mas é tão incrível que não só eu preciso de a ver outra vez para formar uma opinião sobre o que acho que é suposto ser, como me parece que qualquer interpretação desta história nunca passará de uma opinião totalmente pessoal.



Ps: para além do que, eu estou com demasiado sono para escrever muita coisa.....

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